Conheça a cultura maker e o que ela pode contribuir na educação

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A cultura “do it yourself” ou em português “faça você mesmo” se popularizou na década passada, principalmente com o lançamento da revista americana Make e a Maker faire, evento que ocorre em diversas cidades pelo mundo. A cultura maker incentiva a todos a serem capazes de construir, consertar, fabricar e reparar objetos com as próprias mãos. Para isso, ambientes próprios para essas atividades foram criados: os “makerspaces”. Essas oficinas, geralmente, contam com ferramentas sofisticadas, como: impressoras 3D, cortadoras a laser e outros equipamentos.

A cultura maker se alinha aos conceitos do construtivismo, movimento artístico do início do século XX, que ficou conhecido pela obra de Jean Piaget. Em meados do século passado, o movimento maker foi responsável pela popularização do computador pessoal, quando Steve Jobs e Steve Wozniak apresentaram ao mundo o apple I.

Apesar de resgatar conceitos antigos, as novas tecnologias podem revolucionar a forma como vivemos, nossa relação com a indústria e com o mercado. A partir de uma impressora 3D, podemos fabricar objetos rotineiros até próteses ortopédicas, por exemplo.

O impacto da cultura do “faça você mesmo” é tão promissor que já é ensinado nas escolas. Profissionais da educação já utilizam essa metodologia para a formação dos alunos. Na vanguarda desse movimento, o Grupo Drummond já oferece aos seus alunos o space maker. A sala de aula que mais parece uma oficina, onde o aluno pode explorar a sua criatividade e o seu ímpeto inventivo.

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