Dress Code: A importância do código de vestimenta no ambiente de trabalho

Dress Code, ou código de vestimenta, é um termo em inglês usado para designar a maneira correta de se vestir em diferentes ambientes. Muitas empresas têm um código rígido de vestuário, adotando uniformes ou traje social completo. Outras são mais flexíveis e permitem trajes mais esportivos, com o uso de calças jeans e camisetas. Há ainda empresas que adotam estilo formal, mas permitem usos mais descontraídos na sexta-feira, conhecida como casual friday.

O código de vestimenta surgiu como uma forma de facilitar a escolha de roupas mais adequadas, tanto no ambiente corporativo, quanto em festas e eventos. A maneira como a empresa encara o vestuário deve ser observada desde o momento da entrevista do candidato até as confraternizações, que permitem um estilo mais casual, mas que não deve fugir muito daquilo que é bem visto e esperado no cotidiano da profissão e da corporação.

A apresentação pessoal é a primeira imagem que recrutadores e colegas têm do profissional. Portanto, é preciso cautela para ousar nos looks. “A imagem pessoal, dentro do ambiente corporativo reflete a marca da organização em que a pessoa trabalha. O código de vestimenta deve ser respeitado e deve-se considerar o grau de formalidade da instituição”, diz Rúbia Guimarães, professora de Design de Moda do UniDrummond.

Todos os funcionários devem ter o mesmo cuidado com a apresentação, mas os cargos de gerência precisam ter atenção redobrada, já que servem de exemplo para os demais membros da equipe. Para não errar, Rúbia recomenda o uso de cores neutras – preto, cinza e marrom – e tecidos sociais. Se a empresa adotar tom mais formal, as calças devem ter corte reto e o comprimento das saias deve estar abaixo dos joelhos.

A especialista em moda diz que o dress code não impede que o funcionário siga seu estilo, apenas que se adapte às exigências da empresa, que podem ser mais rígidas ou mais flexíveis. “Se optar por calça jeans, por exemplo, que tenho corte reto e lavagem escura”, sugere a professora. A roupa pode passar a impressão de seriedade ou descontração e, por isso, as combinações devem ser pensadas estrategicamente.

Cada segmento tem sua própria maneira de conduzir a questão da vestimenta. Muitas corporações, inclusive, adotam códigos tão flexíveis que permitem o uso de bermudas, peças de moletom e chinelos. É o caso de algumas gigantes de tecnologia e até de multinacionais. Mas essa ainda não é a realidade na maioria das empresas brasileiras. Na dúvida, é melhor pecar pelo excesso de zelo: “Escolha calças e saias de tecido estruturado. As mulheres devem usar maquiagem leve e acessórios que não comprometam a comunicação do rosto”, recomenda a docente do UniDrummond.

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